Os índios Carijós, da nação Tupi-guarani, foram os primeiros habitantes da região de Florianópolis.

Os traços de sua presença são constatados através de sítios arqueológicos e sambaquis, com registros de até 4.000 anos.

Os índios chamavam o local de Meiembipe ou montanha ao longo do canal.


 

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HISTÓRIA

Por volta de 1514, os portugueses aportaram e deram à região o nome de Ilha dos Patos, porém, este batismo foi suplantado pelos espanhóis, que notando o desinteresse de Portugal pela região, decidiram investir na conquista do Atlântico Sul e em 1526 rebatizaram o local com o nome de Ilha de Santa Catarina.

A região servia apenas para que as embarcações que se dirigiam à Bacia da Prata ali pudessem abastecer suas naus. Dessa maneira, o povoamento oficial da ilha começou em 1673, com a chegada da empresa agrícola do bandeirante Francisco Dias Velho e continuou, em 1678, com a construção de uma capela consagrada à Nossa Senhora do Desterro. Nesse momento, uma vila começou a tomar forma, adquirindo, aos poucos, um aspecto colonial.

Para garantir seu domínio a Coroa Portuguesa elevou, em 1714,, a Ilha de Santa Catarina, à categoria de freguesia, com o nome de Nossa Senhora do Desterro e já em 1726 elevaram-na, novamente, agora à categoria de Vila. A partir desta data, a Vila do Desterro e, principalmente, o porto desterrense passou a ter função estratégica, pois achava-se a meio caminho entre Rio de Janeiro e Buenos Aires, consideradas, na época, as duas maiores cidades litorâneas da face atlântica da América do Sul. Por este motivo, em 1738 foi criada a Capitania da Ilha de Santa Catarina e começou a ser erigido o mais expressivo conjunto defensivo litorâneo do sul do Brasil.

Foram construídas as fortalezas de Santa Cruz, São José da Ponta Grossa, Santo Antônio e de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Sul.

Com o advento da Capitania, a população começa a aumentar, porém, o grande salto populacional acontece entre 1747 e 1756, com a chegada de cerca de 6.000 colonizadores procedentes do Arquipélago dos Açores e da Ilha da Madeira. Com esta ocupação açoriana acontece o desenvolvimento da agricultura, da indústria manufatureira de algodão e linho e do comércio.

Em 1823, ainda no período monárquico, Desterro tornou-se Capital da Província de Santa Catarina, abrindo um período de prosperidade, com muitas obras urbanas e também com uma intensa organização política.

No começo da República brasileira, elites regionais, inconformadas com a centralização do governo, deflagram a Revolta Federalista. O movimento, que começou no Rio Grande do Sul, espalhou-se por Santa Catarina e tornou Desterro, a capital federalista da República. O então presidente do Brasil, Marechal Floriano Peixoto, conhecido como Marechal de Ferro, sufoca a rebelião e manda fuzilar muitas pessoas, consideradas inimigas, na fortaleza da ilha de Anhatomirim.

Para mostrar lealdade ao marechal, foi aprovada, em 1894, a troca do nome da capital do Estado, que passou de Desterro para Florianópolis, ou seja, cidade de Floriano. Mas hoje, o nome Florianópolis desvinculou-se completamente de sua origem, sintetizando em sua essência a beleza, paz e harmonia.

Em Florianópolis, a capital com melhor qualidade de vida do Brasil, o moderno une-se ao histórico e ambos, aliados à natureza preservada, compõem um cenário pleno de emoção e harmonia.

PROGRAMAÇÃO

Sexta-feira, dia 20
Saída às 20:00 horas do Centro Cultural Vergueiro, com destino a Curitiba. Hospedagem e pernoite.

Sábado, dia 21
Saída após o café da manhã. Seguiremos com destino a Floripa. Almoço e restante do dia livre. Jantar e pernoite em pousada.

Domingo, dia 22
Café da manhã. Exploraremos a parte sul da ilha. A trilha, que leva até Náufragos, é tranqüila e agradável. Passaremos por uma ruína de engenho e vários riachos. Retornamos para a pousada. Jantar e pernoite.

Segunda-feira, dia 23
Café da manhã. Trilha Pântano do Sul, com início na comunidade com o mesmo nome. Subida até o mirante, onde pode-se avistar a Praia do Pântano do Sul e a Praia da Lagoinha do Leste. Início da descida até a Praia da Lagoinha do Leste e tempo para reconhecimento do local. Continuação pelo costão norte em direção à Praia do Matadeiro, terminando na Praia da Armação. Jantar e pernoite.

Terça-feira, dia 24
Café da manhã.
Caiaque na Lagoa do Peri - A atividade se inicia nas margens da Lagoa. Travessia da parte sul da Lagoa, em caiaques, com paradas e visitas à Pedra da Tartaruga, Pedra do Oratório e Laje do Jacaré- do-Papo-Amarelo, até chegarmos no Rio do Peri, onde uma pequena trilha nos leva até as cachoeiras. Este é um passeio relaxante e contemplativo, ideal para um safari fotográfico. Jantar e pernoite.

Quarta-feira, dia 25
Café da manhã.
Costa da Lagoa - A região é marcada por conter diversas ruínas históricas. A trilha, tombada como Patrimônio Histórico e Natural, é percorrida através de um exuberante corredor de Mata Atlântica, costeando a Lagoa da Conceição. Jantar e pernoite.

Quinta-feira, dia 26
Café da manhã.
Trilha do Morro dos Ingleses - Início na ponta sul da Praia, junto à Comunidade dos Ingleses, onde se concentra o maior acervo de oficinas líticas da Ilha. A trilha contem vários pontos com esplendidas visões panorâmicas de dunas, mar e mata fechada. Travessia pelo Morro dos Ingleses até o costão norte da Praia do Santinho. Jantar e pernoite.

Sexta-feira, dia 27
Café da manhã. Dia livre para atividades individuais, como mergulho, snorkel, bike ou, simplesmente, relaxar (almoço e jantar não inclusos nesse dia). Pernoite.

Sábado, dia 28
Café da manhã e saída para São Paulo com chegada prevista para 21:00 h.

Preço por pessoa:
R$ 2.850,00 (parcelamento em até 4 vezes)

Inclui:
transporte em Land Rover, lanche de trilha, hospedagem, refeições, passeios, guias e seguro viagem.

Apenas 6 vagas.

Opcional: Aéreo até Floripa, não incluso.

O roteiro poderá ser alterado, caso condições climáticas ou motivos alheios à nossa vontade assim o exigir.