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Na
região predomina a floresta pluvial atlântica, onde
crescem diferentes espécies lenhosas, entre elas algumas
que chegam a atingir 25 m de altura, como o baguaçu, o
jequitibá, a canela e a canela-santa, conhecida por suas
flores amarelas. Elevados índices pluviométricos
favorecem a exuberância dessas árvores e o aparecimento
de espécies únicas de bromélias e orquídeas
selvagens.
A
área também tornou-se um dos últimos redutos
de uma fauna diversificada de mamíferos, aves e répteis,
similar à de outras reservas que compreendem a Mata Atlântica.
Os mais fáceis de serem avistados na área do parque
são os quatis, as cutias e, mais raramente, os tamanduás-mirins.
Há também uma vasta população de aves,
algumas bastante ameaçadas, como o papagaio-de-peito-roxo,
o bicudo e a jacutinga. Entre os repteis, estão cobras
peçonhentas, como a jararaca e a jararacuçu, com
suas peles camufladas, que se deslocam por entre as folhas.
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