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Permita
que os que vierem depois de você tenham uma sensação de descoberta,
não toque em formações rochosas, não recolha plantas, artefatos
arqueológicos, conchas etc.
Não
corte árvores, galhos ou abra picadas, exceto em emergências.
Reduza
ao mínimo as alterações do local. Evite contaminar as fontes de
água. Concentre os impactos ambientais em áreas já impactadas. Nos
locais onde a vegetação é densa, restrinja aos máximo as atividades.
Caminhando
em trilhas é onde os mochileiros passamos a maior parte
do tempo ao longo do dia. Então, é claro, algumas
trilhas acabam parecendo como avenidas se elas são muito
usadas. Se caminharmos no meio da trilha, em fila indiana, a trilha
não será alargada pelo uso excessivo.
Os
atalhos devem ser evitados pois degradam muito e acabam se transformando
em erosão, devido à ação da água. A distância economizada
é muito pouca, comparada com o impacto causado pelos atalhos, que
dificilmente serão fechados. Portanto, evite os atalhos e nas trilhas
procure andar em fila indiana tornando o impacto menor. Os zigue-zagues
protegem o terreno na hora das chuvas fortes. Se puder, obstrua
os atalhos já feitos com galhos de arvores soltos, espinhos e mato.
Só
descanse fora do caminho em áreas duráveis, como rochas, areia ou
vegetação seca.
As
necessidades fisiológicas devem ser satisfeitas num raio de, pelo
menos, 100 m de cursos d'água, lagos etc, e enterradas.
Lembre-se
de que o meio ambiente é herança futura para as próximas gerações.
Compete a nós mantê-los saudáveis e bonitos.
Preservar
e proteger a natureza além de um dever tornou-se uma necessidade
para a sobrevivência do nosso planeta. Colabore. desfrute, aprenda
e respeite a natureza e seus tesouros.
"Da
natureza nada se tira, a não ser fotografias".
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